Equipe de economia internacional aponta que um cessar-fogo frágil no Oriente Médio mantém os riscos no mercado de petróleo elevados e reduz a confiança na trajetória futura.
Eles continuam trabalhando com a hipótese de que o conflito ativo deverá terminar até meados de 2026, levando o petróleo a uma tendência de queda no segundo semestre de 2026. No entanto, ressaltam que grandes interrupções de oferta potenciais e uma normalização lenta podem manter preços e volatilidade mais altos do que o mercado antecipa.
Riscos não resolvidos pelo cessar-fogo
“O cessar-fogo anunciado parece frágil e mantém o risco elevado no Oriente Médio.”
“Continuamos esperando que o conflito ativo termine até o meio do ano e que o petróleo recue no segundo semestre de 2026, mas a convicção no cenário permanece baixa devido ao estresse geopolítico persistente.”
“Este é um choque de oferta significativo e em deterioração.”
Segundo a IEA, interrupções potenciais de oferta podem chegar a 10 milhões de barris por dia, cerca de 10% do abastecimento global, com condições ainda piores até abril.
“O cessar-fogo não implica normalização. O tráfego pelo Estreito de Hormuz e a produção de energia devem se recuperar lentamente, se é que vão, sem uma paz duradoura.”
