O dólar neozelandês enfrenta dificuldades diante de um dólar americano mais forte, com o par caindo cerca de 0,6% e testando as mínimas da semana, logo acima de 0,5820, aproximando-se de níveis próximos aos de quatro meses, em torno de 0,5800.
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O dólar americano tem mostrado desempenho superior em relação às outras moedas, apesar de dúvidas crescentes sobre a independência do Fed.
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Na quinta-feira, investidores observarão os dados de Confiança Empresarial e Despesas de Capital Privadas da Nova Zelândia para confirmar as expectativas otimistas que surgiram após as vendas no varejo divulgadas no começo desta semana. O Kiwi precisa de dados fortes para enfrentar o tom dovish da última comunicação do RBNZ e manter espaço do patamar atual.
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Preocupações com a independência do Fed podem limitar o desempenho do dólar
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Nos últimos meses, críticas à instituição central dos EUA aumentaram, com acusações de lentidão na flexibilização da política monetária. A tentativa de substituição de autoridades fortalece a incerteza e pode impactar a confiança do mercado na independência do banco.
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Quanto aos dados macro, as leituras norte-americanas divulgadas recentemente reforçaram o cenário positivo. Pedidos de bens duráveis recuaram menos que o esperado, e a confiança do consumidor não deteriorou tanto quanto previsto, o que sustenta a visão de que o consumo e a atividade industrial devem permanecer resilientes.
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Para a Nova Zelândia, os próximos indicadores de Confiança Empresarial de agosto e Despesas de Capital Privadas devem confirmar as perspectivas positivas alimentadas pelas vendas no varejo divulgadas recentemente. O Kiwi precisa de dados robustos para contrabalançar a sinalização dovish e permitir que o par se afaste dos níveis atuais.
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