O presidente da Fed de Minneapolis, Neel Kashkari, afirmou que não vê a economia dos EUA desacelerando tão rapidamente quanto alguns projetam, sugerindo que o crescimento pode permanecer mais firme mesmo com cortes adicionais de juros considerados como proteção contra cenários adversos.
Ele respaldou o corte de 25 pontos base realizado em setembro, não como resposta a falhas evidentes, mas como uma medida de seguro.
- Ele avalia que o risco de deterioração do mercado de trabalho é maior do que o risco de uma nova aceleração inflacionária.
- Continua esperando mais dois cortes até o final do ano, descrevendo-os como precaução diante de cenários de downside improváveis, não como resposta a falhas claras.
- Lembra que easing de caráter preventivo anteriores ajudaram a manter o mercado de trabalho resiliente.
Sobre inflação, Kashkari acredita que é improvável que o ritmo de alta volte a 4–5%, argumentando que os efeitos das tarifas ainda são limitados. Em vez disso, a inflação pode permanecer perto de 3% por um perÃodo prolongado — acima da meta de 2% do Fed, mas não perigosamente alta.
Ele também advertiu que a paralisação parcial do governo dos EUA dÃfÃcilmente avaliar as condições econômicas, destacando que, embora sejam usadas evidências privadas e relatos, “quanto mais tempo durar, menos confiante fico de que estamos lendo a economia corretamente.”