Titulares:
- Outro dia em que ouro e dólar se destacam
- USD/JPY avança conforme a continuidade da quebra de alta nesta semana
- O ouro registra máximas históricas; shutdown mantém riscos de baixa afastados
- UE percebe novas exigências dos EUA no comércio, ameaçando o acordo atual
- Nagel: Política monetária atual é adequada
- Rehn: Situação atual é boa, porém riscos de downsides no médio prazo aparecem
- Escrivá: Estamos no nível adequado de juros, sem necessidade de guias adicionais
- Müller: A inflação está no patamar desejado
- Produção industrial da Alemanha em agosto cai 4,3% vs 1,0% esperado
- Aplicações hipotecárias MBA nos EUA semana até 3 de outubro recuam 4,7%
- Oficina de estatísticas do Reino Unido com novo erro, desta vez em dados de finanças públicas
Mercados:
- O dólar e o CAD lideram; o iene fica para trás
- As ações europeias sobem; futuros do S&P 500 sobem cerca de 0,1%
- Rendimentos do Tesouro de 10 anos caem 2,5 pontos-base para 4,101%
- O ouro sobe 1,3% para cerca de US$4.035,00
- O petróleo WTI avança 1,4% para US$62,58
- Bitcoin sobe 0,7% para US$122.918
A paralisação do governo dos EUA persiste, limitando o cenário de negociação nesta semana.
Entretanto, com desdobramentos políticos no Japão e na França, o dólar volta a encontrar demanda, de olho também no ouro. O USD/JPY sobe para 152,70, rompendo a resistência de alta; o EUR/USD recua para 1,1630, passando pela média móvel de 100 dias pela primeira vez desde março.
Além disso, USD/CHF sobe para perto de 0,8000 e NZD/USD fica entre os mais fracos, tocando 0,5775; o Banco Central da Nova Zelândia surpreende com um corte de 50 pontos-base, pressionando o kiwi, que se recupera das mínimas do dia.
No front de ações, os índices europeus mostram resiliência após uma pausa, com o DAX em alta de 0,6% e o CAC 40 a 0,9% no momento; os futuros dos EUA também ganham ânimo, com o S&P 500 futuro em torno de 0,2%.
No segmento de commodities, o ouro continua entre os principais destaques, ultrapassando a casa dos US$4.000 e chegando a US$4.035; a prata avança mais de 2%, testando os US$49 pela primeira vez desde abril de 2011. O petróleo WTI registra alta de ~1,4% para US$62,58, e o Bitcoin sobe para cerca de US$122.918.