Mercados da região Ásia-Pacífico abriram em alta, seguindo o impulso positivo de Wall Street na sessão de ontem. As moedas oscilaram pouco, com o dólar inicialmente enfraquecido antes de reverter parte da queda, enquanto ações locais subiam com o sentimento externo positivo. Mineradores de terras raras da Austrália também avançaram após anúncio de um grande acordo americano de minerais críticos.
Dados da Nova Zelândia mostraram um déficit comercial maior em setembro do que em agosto, com exportações recuando e importações crescendo. Espera-se novos cortes de juros pelo Reserve Bank of New Zealand devido a preocupações com o ritmo de crescimento.
No exterior, o Wall Street Journal informou que um empréstimo privado de US$ 20 bilhões para apoiar o presidente Milei na Argentina está emperrado, com credores exigindo garantias do Tesouro dos EUA antes de liberar o financiamento.
Enquanto isso, o FHFA confirmou que a administração pretende avaliar, de forma oportunística, uma abertura de capital para Fannie Mae e Freddie Mac, possivelmente até o fim de 2025, para encerrar a conservadoria do governo instaurada após 2008.
Da China, o Ministério do Comércio sinalizou que permitirá importações de petróleo cru por empresas não estatais no volume de 257 milhões de toneladas em 2026, o mesmo que neste ano. O Banco Popular da China posicionou o USD/CNY no nível de referência, com o dólar abrindo em baixa frente ao yuan.
No Japão, o novo premiê Takaichi iniciou a nomeação de seu gabinete, e o iene perdeu algum terreno. O ouro manteve-se próximo de recordes históricos.
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