O índice do dólar dos EUA mantém a trajetória de alta e opera acima de 98,50, com o mercado reagindo à expectativa pelos próximos dados da pesquisa UoM de sentimento do consumidor. A valorização reflete atrito entre rendimentos mais altos, demanda por ativos de refúgio e um papel maior do dólar nas negociações globais.
Analistas destacam que o movimento pode depender da leitura de confiança do consumidor, com impactos potenciais sobre pares de moedas, ações e commodities. Caso os números da UoM decepcionem, pode ocorrer uma correção no dólar, porém uma surpresa positiva manteria o foco em 99,00 como uma primeira linha de resistência.
Na agenda, investidores observam sinais de inflação, juros futuros e fluxos globais de capital, que ajudam a sustentar a pressão de alta no câmbio e a calibrar a assimetria entre risco e retorno em ativos de renda variável e fixa.
