Política monetária já está no território estimulante, após cortes significativos na taxa de juros, com previsão de recuperação rápida, embora persista vulnerabilidade de consumo e investimento até o fim de 2025.
Independência de bancos centrais no cenário global é citada como tema crítico: há preocupações sobre a erosão da autonomia operacional e o impacto possível no controle da inflação mundial.
No âmbito doméstico, a moeda da Nova Zelândia continua atuando como amortecedor diante de oscilações externas, ajudando a suavizar choques na economia.