ICYMI: G7 e UE estudam pisos de preço e tarifas de carbono para reduzir a dependência das terras raras da China

G7 e UE estão avaliando novas medidas para conter a dominância da China nas terras raras, incluindo pisos de preço subsidiados e até tarifas com efeito similar às de carbono sobre exportações chinesas. Equipes técnicas se reuniram em Chicago neste mês para discutir formas de assegurar o fornecimento dos minerais críticos indispensáveis para eletrônicos, veículos elétricos e armamentos.

A China, maior produtora mundial, intensificou o controle sobre as exportações de terras raras, impondo restrições em abril. Embora Pequim tenha concedido licenças rápidas para a Europa, empresas europeias continuam enfrentando gargalos que podem levar a novas paralisações.

Entre as opções em estudo estão uma fiscalização mais rigorosa de investimentos estrangeiros em materiais críticos para dissuadir a dependência da China, restrições geográficas em licitações públicas e esquemas de compra conjunta entre os membros do G7. O Canadá estaria aberto a pisos de preço, enquanto a Austrália avalia medidas semelhantes. A UE também pode considerar o acúmulo de estoques de terras raras. Ainda não houve decisões.

  • Mercado: Pisos de preço e subsídios podem redefinir a precificação das terras raras.

  • Comércio: Tarifas de estilo carbono sobre a China são discutidas como parte da estratégia de segurança de suprimentos.

  • Europa: Montadoras enfrentam novo risco de paralisações por gargalos nas exportações.

  • Política: O G7 avalia estoques estratégicos, compras conjuntas e restrições de fontes de aquisição.