Resumo da semana: Negociações de comércio entre os EUA e a China, ocorridas no fim de semana em Madrid, abordaram TikTok, tarifas e o estado da economia, mas com poucos detalhes divulgados.
Dados da China e demanda interna: Os números de agosto mostraram nova fraqueza no setor imobiliário e na demanda interna, alimentando expectativas de medidas adicionais de apoio. Indústria, vendas no varejo e investimento em ativos fixos ficaram abaixo do esperado, sinalizando desaceleração em relação a julho. O Bureau Nacional de Estatísticas descreveu o ambiente externo como “muito severo”, citando incertezas crescentes e dificuldades operacionais para algumas empresas. Autoridades prometeram ampliar a demanda doméstica, incentivar o consumo, estabilizar preços e apoiar o emprego, reforçando o viés de estímulo.
Mercado cambial e ações: A reação foi contida, com o câmbio permanecendo na maior parte de faixas. AUD/USD e NZD/USD apresentaram leve desempenho superior. Os mercados japoneses estiveram fechados por feriado, reduzindo a liquidez de Treasuries. As ações chinesas avançaram, com ganhos em produtores de chips após Pequim anunciar uma investigação anti-dumping sobre determinados semicondutores dos EUA, o que é visto como apoio ao setor interno.
Tesla na Alemanha: A Tesla informou que a planta da Alemanha elevará a produção no segundo semestre, com o gerente da fábrica citando revisões de produção para o terceiro e quarto trimestres, impulsionadas pela demanda mais forte do que o esperado e por sinais positivos em várias regiões.
Panorama regional: Asia-Pacífico – Japão (Nikkei 225) encerrou o pregão; Hong Kong (Hang Seng) +0,46%; Shanghai Composite +0,15%; Austrália (S&P/ASX 200) -0,26%.
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