Resumo para segunda-feira, 1 de setembro:
O Índice do Dólar (DXY) iniciou a semana em terreno defensivo, ampliando o movimento de queda mesmo com um ambiente de mercado mais cauteloso.
Em meio a esse pano de fundo, o ouro e a prata mostram fôlego, praticando patamares elevados próximos de máximas recentes.
Dados de atividade na China indicam expansão no mês de agosto, mas fatores como tensões comerciais e a recente queda de ações em Wall Street mantêm o humor dos investidores restrito.
O Japão também viu o Nikkei 225 recuar, com quedas de até 2%, enquanto o desempenho de índices chineses ficou misto.
Na sexta-feira, um tribunal dos EUA considerou ilegais várias tarifas globais impostas; ainda assim, autoridades ressaltaram que as negociações com parceiros comerciais devem continuar.
As apostas em cortes de juros pelo Federal Reserve aumentaram, com os dados de inflação (PCE) alinhando-se às expectativas de alívio, e o mercado precificando cortes ainda neste mês, conforme o instrumento FedWatch.
Atenção aos próximos dados de emprego, especialmente o relatório Nonfarm Payrolls (NFP) de sexta-feira, para calibrar o ritmo das próximas decisões.
EUR/USD mantém-se firme acima de 1,1700, enquanto GBP/USD avança acima de 1,3500; AUD/USD flutua perto de 0,6550 e USD/CAD oscila em torno de 1,3750, com o dólar enfraquecido diante de commodities mais fracas.
NZD/USD sobe moderadamente, girando em torno de 0,5900; USD/JPY testa 147,00, mas recua conforme demanda por refúgio na moeda japonesa aumenta.
Ouro permanece próximo de recordes de cinco meses, pouco acima de 3.490, enquanto a Prata alcança extremos não vistos desde 2011, acima de 40,50.
