Os Estados Unidos realizaram novos ataques aéreos ao Irã, e a Guarda Revolucionária Iraniana (IRGC) anunciou o fechamento imediato do Estreito de Hormuz para todos os navios, incluindo petroleiros e embarcações comerciais. A IRGC afirmou que qualquer vessel tentando atravessar o estreito será considerado alvo.
Os ataques, confirmados pelo Comando Central dos EUA, atingiram múltiplos alvos pela segunda dia consecutivo, citando “agressão não justificada e contínua” do Irã. O secretário de Defesa, Pete Hegseth, afirmou que “instalações-chave” estavam sendo atingidas, evitando comentar se ataques a infraestrutura civil configurariam crime de guerra.
A resposta iraniana veio através do canal da IRGC no Telegram, declarando o estreito “fechado até novo aviso”. Essa ordem de interdição ocorre em uma via que, segundo o JPMorgan, já opera com tráfego visível em cerca de 15% dos níveis pré-guerra. A medida colide com a afirmação de Trump sobre uma “missão secreta” de um mês que teria escoltado mais de 200 navios comerciais.
Enquanto isso, uma delegação do Catar estava em Teerã para “preencher lacunas restantes” quando os novos ataques ocorreram, indicando que canais diplomáticos foram ignorados. O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, classificou as ameaças à infraestrutura do país como “sinal de fraqueza”.