Uma leitura recente de um economista da UBS explica como a inflação do índice de preços ao consumidor dos EUA, em março, evidencia o peso de um cenário de guerra sobre os consumidores e as preocupações com a capacidade de gastar. A ideia é que as percepções de inflação surgem principalmente de compras de alto giro, como alimentos e combustível, enquanto o avanço em itens como móveis pode limitar o dano geral ao poder de compra.
Ônus da guerra, inflação e consumidores
Os custos de vida parecem depender da percepção de inflação, alimentada por preços de itens de uso frequente; a estabilidade de poder de compra depende de esse sentimento, e as políticas públicas costumam acompanhar o ritmo da crise.
A capacidade de gastar também é uma preocupação. Espera-se que os consumidores dos EUA continuem ajustando suas poupanças para enfrentar preços mais altos.
Dados de fevereiro sobre o deflator de despesas pessoais indicaram que as pressões inflacionárias estão mais concentradas, o que reduz o dano ao poder de compra em termos amplos. Por exemplo, os preços de móveis subiram bastante, mas afetam principalmente quem está reformando a casa neste momento.
