Analistas do ING destacam que o cobre permanece consideravelmente mais sensível às condições macroeconômicas do que o níquel. Os preços do metal registraram queda pelo quarto dia consecutivo, pressionados pela incerteza geopolítica e pelas preocupações com o ritmo de crescimento global.
Embora existam sinais de melhora na demanda física na China — incluindo estoques mais baixos após o período de recomposição pós-feriado — o sentimento geral do mercado continua fragilizado.
Ventos contrários no cenário macro pesam sobre o metal
“O cobre, enquanto isso, segue mais exposto ao pano de fundo macro. Os preços recuaram pelo quarto dia em meio à contínua incerteza geopolítica e dúvidas sobre o crescimento mundial”, afirmam os analistas.
Apesar do suporte vindo da China, o ING enfatiza que uma trajetória de alta sustentada para o cobre provavelmente dependerá de sinais mais claros de arrefecimento dos riscos geopolíticos e de uma perspectiva mais positiva para a atividade industrial global.

