China processou grandes volumes de petróleo bruto em outubro, expandindo a atividade de refinarias chinesas e utilizando uma parcela maior de sua capacidade instalada.
Analistas citam fatores como recuperação da demanda interna, ajustes logísticos e a busca por manter margens de refino diante da volatilidade de preços.
O movimento é visto como parte de uma estratégia para sustentar o crescimento industrial e a segurança energética, mantendo o comércio global de petróleo sob monitoramento próximo.
Embora números detalhados não tenham sido divulgados, o cenário sugere um mês robusto para o setor de refino no maior consumidor de petróleo do mundo, com implicações para produtores, traders e políticas energéticas.