China está perto de alcançar o pico da demanda por petróleo, com o crescimento lentamente se aproximando de zero até 2027. As avaliações indicam que a demanda por gasolina e diesel já está em declínio, e o crescimento do combustível de aviação permanece modesto — impulsionado principalmente pela petroquímica, não pelo transporte.
Espera-se que as taxas de consumo de petróleo bruto subam levemente em 2026 em relação a 2025, mas a demanda fraca subjacente restringe o avanço.
Houve grandes estoques acumulados no início deste ano, seguidos por reduções recentes conforme os preços recuaram. A maior incerteza para 2026 é o quanto a China reconstruirá seus estoques comerciais, especialmente diante de um crescimento limitado nas runs de crude e do aumento das exportações de produtos refinados. O volume de petróleo em armazenamento chinês influenciará significativamente a trajetória dos preços globais.
Essa mudança para um crescimento de demanda próximo de zero reduz o papel da China como motor global de demanda de petróleo e enfatiza mais os fluxos de estoques. Operadores vão acompanhar de perto as decisões de armazenamento de petróleo bruto da China, que podem apertar ou afrouxar o equilíbrio do mercado rapidamente.
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