Economistas do Royal Bank of Canada (RBC), Claire Fan e Nathan Janzen, analisam as implicações da decisão dos EUA de não estender o Acordo Estados Unidos-México-Canadá (CUSMA) em 1º de julho. Eles enfatizam que o acordo ainda vigorará até 2036, com negociações agendadas, e consideram a rescisão completa improvável se a lógica econômica prevalecer.
Os analistas observam a redução dos riscos tarifários, destacam as Regras de Origem como um foco provável e sinalizam a persistência da incerteza comercial.
Longevidade do CUSMA e perspectiva de risco comercial
“A decisão dos EUA em 1º de julho de não estender o CUSMA não encerra o acordo.”
“O acordo ainda não expira até 2036, com negociações pré-agendadas na próxima década, projetadas para aumentar a probabilidade de que ele dure além desse prazo.”
“Os riscos comerciais de curto prazo para o Canadá permanecem, mas continuamos a ver a rescisão completa do CUSMA como improvável se o raciocínio econômico se mantiver.”
“Na eventualidade (inesperada) de o CUSMA falhar, a taxa de tarifa que o substituiria e a parcela das exportações impactadas diminuíram.”
“A incerteza comercial provavelmente persistirá, independentemente do resultado.”
