Brent: Oscilações acentuadas com manchetes sobre o Irã – Deutsche Bank

O Brent registra movimentos bruscos em meio a expectativas de um acordo entre EUA e Irã. Após queda de 19,3% em maio, o petróleo sobe 2,4% nesta manhã. Analistas da Deutsche Bank observam se as negociações atenderão às exigências de Trump.

“Foi um mês agitado, com esperanças de um acordo entre EUA e Irã levando o Brent a sua maior queda desde março de 2020. Assim, os temores de estagflação diminuíram drasticamente, e o S&P 500 atingiu novos recordes.”, afirma a Deutsche Bank.

“Se junho manterá a positividade de maio dependerá se as esperanças de um acordo se concretizam. Já se passaram 93 dias desde o início dos ataques e 54 desde o cessar-fogo que posteriormente se tornou uma trégua.”, complementam os analistas.

“Por enquanto, parece que o presidente Trump ainda está decidindo se as negociações atuais entre as duas nações atendem às suas demandas. Ele esteve surpreendentemente silencioso no fim de semana, o que indica que as coisas podem estar chegando a um ponto crítico.”, observam.

Resumindo a última semana, os mercados tiveram um desempenho forte impulsionado pela esperança de um acordo de paz entre EUA e Irã. Várias manchetes apontaram nessa direção, com múltiplos veículos reportando que as duas partes concordariam com uma extensão de 60 dias do cessar-fogo.

Isso levou a uma queda acentuada nos preços do petróleo, com o Brent caindo 11,10% na semana passada (1,77% na sexta-feira) para US$ 92,05 por barril. Os investidores passaram a precificar a chance de um conflito prolongado, com o futuro de seis meses do Brent também caindo 4,64% para US$ 84,18 por barril.

Este artigo foi criado com a ajuda de uma ferramenta de Inteligência Artificial e revisado por um editor.