O assessor econômico da Casa Branca, Hassett, afirmou que o Federal Reserve tem margem para reduzir as taxas de juros e que é possível cortar bem mais que 25 pontos-base. Segundo ele, o presidente Trump pode tomar uma decisão, mas pode recuar; o importante é que o presidente do Fed observe os dados antes de agir. O secretário do Tesouro, Bessette, surge como uma opção para liderar o Fed, mas ele não quer o cargo. Caso seja escolhido, suas decisões seriam guiadas pelo próprio julgamento, e Trump confia nessa avaliação. O crescimento do emprego tem desacelerado um pouco.
O foco atual está nos dados econômicos. Críticos como Miran e Bessent argumentam que o Fed não está suficientemente proativo, devendo antever mudanças econômicas em vez de simplesmente reagir a elas. Em contrapartida, Hassett vem alinhando-se mais ao arcabouço já existente do Fed, incluindo o chair Jerome Powell, que enfatiza repetidamente que a política continua dependente dos dados.
Mercados de apostas ainda apoiam Hassett. Na Polymarket, traders atribuem a Hassett cerca de 76% de probabilidade de liderar o Fed, embora seja menor do que os cerca de 88% de ontem, mas ainda assim na dianteira. Em comparação, Warsh fica em aproximadamente 12%, sugerindo que a confiança do mercado continua inclinada a Hassett, apesar da volatilidade recente.
