Resumo da semana: um feriado nos EUA reduz o volume de negócios no início, abrindo espaço para uma agenda robusta de dados, com o foco no relatório de empregos (NFP) dos EUA. O humor de risco está firme, com expectativas de que o Fed anuncie um corte de taxa em setembro para sustentar o quadro de empregos que se mostrou mais fraco no meio do ano.
Principais pontos
- Terça-feira: divulgação do índice de preços ao consumidor harmonizado (HICP) da UE, com a inflação em torno de 2,0% em agosto. Nos EUA, o PMI de manufatura do ISM é monitorado, embora a representatividade das amostras torne o número final menos decisivo.
- Quarta-feira: PIB do 2º trimestre na Austrália e PMI de serviços Caixin da China para agosto; Christine Lagarde participa de eventos, mas sem sinal claro de mudanças na política.
- Quinta-feira: saldo comercial australiano e dados de varejo europeu, com projeção de queda anual de cerca de 2,4%, dados já atualizados que podem manter o mercado contido.
- Sexta-feira: PIB europeu do 2º trimestre e números de emprego do Canadá ganham atenção, enquanto os olhos seguem os EUA com o payrolls. O Fed está posicionado para um corte de juros em 17 de setembro, buscando equilibrar criação de empregos e controle da inflação; expectativas sugerem algum alívio para sustentar o mercado de trabalho.
Em suma, a semana traz uma bateria de dados relevantes que podem orientar ajustes de portfólio conforme as leituras se acumulam e as condições globais evoluem.