Ações dos EUA atingem novas máximas, lideradas pelo Nasdaq

Os principais índices acionários dos EUA atingem novas máximas, com o S&P subindo 0,52% (35,79 pontos) para 6.806,25 e o Nasdaq em alta de 178 pontos (0,76%), aos 23.557.

O Dow também está em alta, embora ainda abaixo das máximas intradiárias.

No S&P, o índice chegou a recuar abaixo da média móvel de 100 horas ontem e, nas mínimas de hoje, encontrou compradores próximo ao patamar de 9 de outubro, o que manteve o impulso de compra. O preço voltou a ficar acima da média móvel de 100 horas, em 6.786,07.

No Nasdaq, a mínima de venda parou na média móvel de 100 horas em ascensão, sustentando o viés de alta. O preço também estacionou próximo aos 38,2% da última movimentação de queda.

Enquanto isso, argumentos orais sobre tarifas da administração Trump são ouvidos no Supremo Tribunal. O tribunal tem mostrado ceticismo quanto à autoridade citada.

O Polymarket aponta que a probabilidade de o tribunal decidir a favor da posição caiu de cerca de 40% para aproximadamente 27%.

Alguns ministros mostraram ceticismo em relação à alegação de que a IEEPA concede ao presidente o poder de impor tarifas sob o poder de ‘regular importações’.

Vários juízes questionaram por que a lei não menciona explicitamente tarifas e pressionaram o advogado Sauer a citar qualquer outra norma que conceda tal poder por meio de linguagem regulatória. Sauer apontou para a Trading With the Enemy Act de 1917, mas juízes liberais e conservadores pareceram descrentes — com a juíza Sotomayor interrompendo para pedir que “apenas respondam à pergunta”.

A decisão final não deve sair antes do próximo ano; na minha avaliação, pode chegar mais cedo do que tarde.

A má notícia é que a receita gerada retorna; a boa notícia é que as preocupações com a inflação devem diminuir e as empresas podem se beneficiar de custos menores de bens importados.