O ouro voltou a tocar US$4.000, impulsionado pela demanda por refúgio diante de incertezas como inflação, geopolítica e volatilidade nos mercados. O movimento indica um retorno do interesse por ativos considerados de proteção e reserva de valor.
Embora haja sinais de estabilização em alguns setores, o espaço para novas altas parece restrito no curto prazo. Investidores buscam equilíbrio entre proteção de capital e exposição a riscos emergentes, ajudando a sustentar o preço, sem impulsioná-lo a patamares muito acima.
Analistas lembram que fatores como juros reais, política monetária de grandes bancos centrais e a força do dólar devem continuar influenciando o ouro. Enquanto o metal funciona como proteção, o impulso pode se limitar conforme as condições macroeconômicas evoluem.
O mercado de ouro segue atento a dados de inflação, trajetórias de crescimento e cenários de risco geopolítico, com participantes avaliando níveis de resistência técnica e possibilidades de correções no curto prazo.