HSBC Global Investment Research indicou que o dólar americano pode firmar o piso no início de 2026, diante de cortes adicionais na taxa de juros promovidos pelo Federal Reserve e da incerteza sobre quem liderará o banco central no futuro.
- A ideia é que uma combinação de política monetária mais branda e ambiguidade política possa manter a pressão de baixa no câmbio até o próximo ano, antes que a economia se estabilize.
No curto prazo, o cenário para o dólar continua desafiador para os bears, com uma agenda intensa de falas de dirigentes do Fed e a divulgação de dados dos EUA posicionando o rumo de curto prazo.
- Oficiais do Fed — Cook, Bowman, Williams, Musalem e a vice-presidente Jefferson — estão previstos para discursar, oferecendo pistas sobre a possibilidade de novo corte de juros em dezembro.
- Paralelamente, uma sequência de indicadores de atividade — como as pesquisas ISM de manufatura e de serviços, além do relatório de empregos privados do ADP — tende a desempenhar papel decisivo na direção do dólar nas próximas semanas.