Resumo do dia: mercados globais acompanharam volatilidade acentuada, com o ouro exibindo movimentos extremos e o dólar oscilando conforme as falas de dirigentes e dados macro. O cobre, prata e demais ativos também refletiram o cenário de incerteza.
Ouro guarda recordes e recua: o ouro alcançou patamar superior a US$ 4.370 na sessão americana, antes de ceder rapidamente para abaixo de US$ 4.290. Posteriormente, houve recuperação e o preço se manteve estável em torno de US$ 4.260; a prata também atingiu recorde acima de US$ 54,30.
Mercados de ações sob pressão: ações regionais recuaram, acompanhando o fechamento fraco de Wall Street, com fraqueza no setor bancário alimentando sentimento de risco.
Fed e câmbio: o presidente Neel Kashkari sinalizou que ainda pode haver mais duas reduções de juros como forma de seguro, destacando uma economia mais robusta do que parece. No câmbio, o euro performou melhor, superando 1,1710 frente ao dólar, enquanto o USD/CHF recuou para perto de 0,7900 com o franco suíço firme.
Desempenho corporativo: após o pregão, empresas farmacêuticas como Novo Nordisk e Eli Lilly registraram recuos, pressionadas por comentários do presidente Trump sobre cortes de preços de tratamentos contra obesidade.
Ásia-Pacífico e liquidez: os índices da região mostraram recuos, com o Nikkei caindo por volta de 1,28%, Hang Seng -1,59%, Shanghai Composite -1,00% e S&P/ASX 200 -0,75% (dados da sessão).
Paginas de referência com cobertura ampliam os temas citados: respostas de bancos centrais, política fiscal, inflação e riscos geopolíticos continuam a moldar o humor do mercado.