Os mercados reagiram às novas tarifas anunciadas pelo governo dos EUA, com tarifas de 10% sobre madeira, com teto de 15% para importações do Japão e da União Europeia, entrando em vigor em 14 de outubro, além de 25% sobre gabinetes de cozinha e alguns móveis de madeira. O dólar reagiu de forma pontual, mas não manteve os ganhos.
Panorama global Aos mercados internacionais, as atenções se voltam para impactos na cadeia de suprimentos, manufatura e construção, com decisões de bancos centrais guiando o humor.
No Japão O BoJ publicou o Sumário de Opiniões de setembro, indicando a divisão entre defensores de normalização da política e cautelosos que pedem paciência. O iene oscilou pouco e permanece estável.
Na China Dados oficiais mostraram contração mais suave da atividade fabril em setembro, com o PMI de manufatura em 49,8 (expectativa 49,6). Uma pesquisa privada subiu para 51,2, atingindo a maior leitura desde maio, sinalizando recuperação moderada.
Austrália e região O mercado australiano registrou crédito do setor privado em agosto em alta de 0,6% (conforme expectativa), enquanto as permissões de construção caíram 6,0% em relação ao mês anterior, refletindo cautela entre construtores e investidores.
Próximos passos A decisão do Reserve Bank of Australia, marcada para as primeiras horas, deve esclarecer o caminho da política diante de inflação persistente e mercado de trabalho firme, com a atenção voltada às perspectivas de cortes futuros.
Índices regionais Japão (Nikkei 225) -0,05%; Hong Kong (Hang Seng) +0,09%; Xangai (Composite) +0,25%; Austrália (S&P ASX 200) -0,01%.