O dólar norte-americano ganhou ritmo firme na quinta-feira, subindo a patamares de três semanas à medida que investidores digeriam dados dos EUA mais firmes, enquanto membros do Fed faziam comentários mistos sobre o caminho da taxa.
O que observar na sexta-feira, 26 de setembro:
Índice do Dólar (DXY) manteve os ganhos de quarta e atingiu máximas de três semanas acima de 98,00, impulsionado por resultados sólidos nos EUA e por rendimentos mais altos em toda a curva. O foco fica no PCE, seguido de Rendimento de Renda Pessoal, Despesas Pessoais e a última leitura de Humor do Consumidor da U-Mich. Além disso, palestras de Hammack, Barkin, Bowman e Musalem do Fed estão previstas.
EUR/USD recuou para mínimas de três semanas, chegando próximo a região de 1,1650, acelerando a queda de quarta. O BCE divulgará suas Expectativas de Inflação ao Consumidor, enquanto Lagarde deve falar.
GBP/USD caiu para mínimas de sete semanas, revisitando a zona de 1,3320 após a forte alta do Dólar. Dados de Crédito ao Consumidor, Aprovações de Hipotecas e oferta de M4 (Money Supply) no Reino Unido seguem no palco em 29 de setembro.
USD/JPY consolidou o avanço de quarta e subiu para máximas de oito semanas perto do patamar crucial de 150,00. A divulgação da Taxa de Inflação de Tóquio atrairá toda a atenção no calendário japonês, seguida por leituras semanais de Investimento Externo em Títulos e o discurso do Noguchi do BoJ.
AUD/USD recuou pelo terceiro dia consecutivo, testando novamente a região de 0,6540, ou mínimas de várias semanas. Permissões de Construção, Crédito Habitacional e Aprovações Privadas de Habitação aparecem no calendário australiano para 30 de setembro.
Os preços do WTI americano subiram pelo quarto dia consecutivo, ultrapassando brevemente a marca de US$ 65,00 por barril após dados fortes nos EUA, minorando preocupações com excesso de oferta.
Os preços do ouro lutaram para ampliar a recuperação diária acima de US$ 3.760 por onça troy, encerrando o dia praticamente estáveis em torno de US$ 3.740. Os preços da prata superaram retrações diárias, rompendo a marca de US$ 45,00 por onça pela primeira vez desde maio de 2011.
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