Principais manchetes
- O ouro atinge novo recorde histórico, porém os próximos dados dos EUA podem provocar ajuste
- O ouro volta a pairar em máximas recentes com o início de uma nova semana
- Criptomoedas recuam na abertura da sessão europeia sem catalisador claro
- Atenção: a fala de autoridades pode impactar o calendário econômico nos próximos dias
- Makhlouf: população envelhecida pode restringir o crescimento de empregos na zona euro
- Escriva: a cotação cambial não preocupa, projeções de inflação seguem alinhadas
- Depósitos totais do SNB sobem para CHF 472,3 bilhões na semana encerrada em 19 de setembro
Mercados em foco:
- EUR lidera ganhos, CAD fica defasado
- Índices europeus em baixa; futuros do S&P 500 caem cerca de 0,3%
- Rendimentos dos EUA a 10 anos recuam 1,4 bps para 4,125%
- O ouro sobe 1,1% para 3.724,28 dólares
- WTI recua 0,5% para 62,37 dólares
- Bitcoin cai mais de 2% para 112.774 dólares
O começo da semana não traz grandes manchetes, com pouca data na agenda econômica em comparação à semana anterior. As moedas principais permanecem estáveis, com o dólar mostrando leve fraqueza frente às moedas europeias. O par EUR/USD sobe levemente para 1,1777 e GBP/USD avança para 1,3492, após a forte queda na sexta-feira, sem mudança relevante no momento.
USD/JPY fica estável em torno de 147,8, com traders de câmbio buscando um equilíbrio entre risco e liquidez. Os futuros americanos recuam moderadamente, trazendo pressão para as ações europeias no início do pregão.
Já o ouro é o vencedor do dia, rompendo a marca dos 3.700 dólares com alta de aproximadamente 1% para 3.724 dólares. O mercado aponta para mais altas no cenário atual, mas operadores consideram possíveis realizações de lucro antes de dezembro e janeiro, meses de sazonalidades fortes.
As criptomoedas não começam a semana com fôlego: o bitcoin cai mais de 2%, ficando abaixo da média móvel de 100 dias em 112.774 dólares, enquanto o Ethereum recua quase 6% para 4.190 dólares, testando mínimas de agosto em torno de 4.062-66 dólares. Sem notícias novas, o senso comum aponta para mais vendedores que compradores, moderando a recente ascensão.