O FOMC decidiu reduzir a taxa de juros em 0,25 ponto percentual, conforme o esperado, com o cenário de cortes adicionais mantido pelas autoridades. A faixa-alvo anterior era de 4,25% a 4,50%.
- A faixa anterior era de 4,25% a 4,50%
- Miran votou pela redução de 50 pontos-base
- Não houve outros dissidentes
- A atividade econômica moderou no primeiro semestre
- Diz que os ganhos com empregos desaceleraram e substitui a ideia de que o desemprego permanece baixo por uma leitura de leve alta
- A projeção central mostra mais dois cortes neste ano; as previsões para o fim de 2026 e além permanecem inalteradas
- A declaração aponta que a inflação subiu e continua relativamente elevada, contrastando com a frase anterior de que a inflação permanece elevada
- A ausência de dissidentes reforça a mensagem de unidade, exceto pela presença de Miran
A frente da decisão, o mercado já precificava integralmente um corte de 25 bps, com apenas 3% de chance implícita de um choque de 50 bps. Em outubro, havia 79% de probabilidade de um segundo corte de 25 bps e, até o fim do ano, 66,9 pontos-base de alívio já estavam precificados. Olhando mais adiante, 125 pontos-base estavam precificados para a reunião de julho de 2026.
Antes da decisão, USD/JPY ficou em 146,29; rendimentos de 2 anos estavam em 3,543% e de 30 anos em 4,65%. O S&P 500 caía 7 pontos para 6.599; o ouro valia US$ 3.689 e o bitcoin US$ 116.092.