Os preços do alumínio na LME continuam a subir, encerrando acima de US$ 2.700 por tonelada, impulsionados por expectativas de cortes na taxa de juros pelo Federal Reserve e por um dólar mais fraco.
Gestores de dinheiro aumentam a posição líquida comprada no cobre
O spread tom-next do alumínio operou com prêmio de US$ 13,25/t, o maior desde agosto de 2024, depois de semanas em contango, sinalizando demanda física crescente e aperto nos estoques da LME.
Dados recentes mostram que os estoques de alumínio em bolsa caíram 1.500 toneladas, para 483.375 toneladas, enquanto estoques sob mandato permaneceram em patamar mais baixo, em 375.025 toneladas (o menor desde 7 de julho de 2025) até ontem. No relatório COTR, as apostas líquidas de alta em alumínio subiram 4.562 contratos, atingindo 131.922 contratos na semana encerrada em 12 de setembro, as mais altas desde 7 de junho de 2024.
Em outros metais, os gestores aumentaram a posição líquida comprada no cobre em 2.597 contratos pela terceira semana consecutiva, chegando a 56.390 contratos ao término da semana passada. Já os especuladores reduziram a posição comprada líquida em zinco em 1.654 contratos, totalizando 33.066 contratos na última sexta-feira.