O rastreador de salários do Banco Central Europeu aponta que as pressões salariais devem permanecer mais contidas e estáveis no primeiro semestre de 2026.
Segundo o indicador, o crescimento dos salários nos primeiros seis meses de 2026 fica em 1,7%, frente a 2,1% no segundo semestre deste ano e 4,3% no primeiro semestre anterior, sinalizando desaceleração e menor aquecimento remuneratório.
Implicações econômicas
Com salários menos acelerados, as pressões inflacionárias tendem a se manter sob controle, abrindo espaço para decisões de política monetária com menor volatilidade e maior previsibilidade.