Resumo das posições
Os Estados Unidos sinalizam que não aplicarão novas tarifas sobre bens chineses por operações com petróleo russo, a menos que a União Europeia também adote medidas proporcionais para reduzir as receitas energéticas de Moscou. Autoridades enfatizam que todos devem contribuir para pressionar Moscou.
Medidas em avaliação: além das tarifas, Washington avalia sanções adicionais a grandes petrolíferas russas e opções para utilizar ativos congelados, incluindo parte dos US$ 300 bilhões mantidos no exterior, para financiar empréstimos à Ucrânia.
Contexto estratégico: a linha de atuação aponta para tarifas mais duras sobre China e Índia como forma de pressionar o petróleo russo, ao mesmo tempo em que investidores permanecem atentos a riscos de novas tarifas e sanções que podem afetar mercados de energia e commodities.
O cenário indica uma divergência de políticas entre Washington e a Europa, com decisões coordenadas capazes de moldar o equilíbrio energético global.