Visão do Fed: o cenário aponta para um equilíbrio entre inflação e criação de empregos. A postura permanece mais firme, com cautela em relação a choques de tarifas que podem reacender a inflação.
Pontos-chave
- O Fed precisa manter o enfoque na inflação e no mercado de trabalho daqui para frente.
- Há risco de que tarifas elevem a inflação de forma persistente.
- Espera-se que a inflação volte a 2% na segunda metade de 2026.
- O ponto de equilíbrio do emprego fica entre a geração de 30 mil a 80 mil empregos por mês.
- A economia pode receber estímulos fiscais adicionais se as incertezas diminuírem.
- O crescimento do PIB deve ser modesto neste ano, retomando a trajetória em 2026.
- O mercado de trabalho tende a permanecer próximo do pleno emprego, com arcos de resfriamento possíveis.
- Existem riscos de recuo no setor de trabalho.
- O impacto inflacionário de tarifas deve diminuir com o tempo.
- Tarifas devem afetar a economia ao longo de 2-3 trimestres.
Em resumo, a posição atual busca manter o curso sem abrir mão da estabilidade de preços, enquanto observa com atenção o desenrolar de políticas comerciais e seus efeitos na inflação.
Notas de cautela: é importante monitorar como os choques tarifários podem evoluir e se a inflação de curto prazo se transforma em expectativas mais duradouras.