USD/CAD sobe para 1,3850 e permanece oscilando dentro de faixas anteriores

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  • O dólar americano se valoriza moderadamente nesta quarta-feira, mas fica preso entre 1,3820 e 1,3870.
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  • O mercado, até o momento, dispensa as ameaças de Trump à independência da autoridade monetária.
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  • A queda de 2,5% nos preços do petróleo, desde as máximas de segunda, aumenta a pressão sobre o CAD, sensível a commodities.
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O Dólar dos EUA registra ganhos moderados frente ao Loonie nesta quarta. Ainda assim, permanece dentro de uma faixa semanal, aproximadamente entre 1,3820 e 1,3870, com as atenções voltadas para o embate entre o presidente dos EUA e a Fed.

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Investidores, até aqui, estão desconsiderando as preocupações sobre as consequências das tentativas sem precedentes de um presidente norte-americano de influenciar as decisões da autoridade monetária. O mercado pode estar aguardando desdobramentos sobre a ação da governadora Cook em relação às tentativas de demiti-la por Trump.

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Boas notícias dos EUA sustentam o dólar; petróleo em baixa ajuda o CAD

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No âmbito macro, dados divulgados na terça-feira mostraram encomendas de bens duráveis acima do esperado em julho, sinalizando atividade industrial resiliente. Em seguida, o índice de confiança do consumidor da Conference Board recuou menos que o previsto, o que deu suporte ao dólar.

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Ainda na terça-feira, a governadora do Bank of Canada, Tiff Macklem, pediu mais flexibilidade no modelo de definição de juros para responder a mudanças no contexto global e rejeitou uma revisão da meta de inflação de 2%.

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O petróleo — principal exportação do Canadá — segue pressionado, mesmo diante de ameaças de Trump a Rússia sobre as negociações de paz com a Ucrânia. A referência norte-americana WTI caiu mais de 2,5% desde as máximas de segunda, voltando a níveis abaixo de US$ 63,00 e aumentando a pressão de baixa sobre o dólar canadense.

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FAQs sobre o Dólar Canadense

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Os fatores-chave que movem o CAD incluem as taxas definidas pelo BoC, o preço do petróleo, a saúde da economia, inflação e o saldo comercial. Outros fatores envolvem o sentimento de mercado — se investidores assumem ativos de maior risco (risk-on) ou buscam refúgio (risk-off). O desempenho da economia dos EUA, como parceira comercial, também pesa sobre o CAD.

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O BoC tem grande influência ao definir as taxas de juros entre os bancos. O objetivo é manter a inflação entre 1% e 3% ajustando as taxas. Taxas mais altas tendem a fortalecer o CAD; políticas de afrouxamento podem dificultar, e aperfeiçoar, o CAD.

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O petróleo é uma variável-chave para o CAD. Como o Canadá depende fortemente de exportações de petróleo, altas de preço tendem a elevar o CAD, enquanto quedas reduzem o valor da moeda. Preços mais altos também costumam favorecer um saldo comercial mais positivo, apoiando o CAD.

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A inflação, ao longo do tempo, pode levar bancos centrais a elevar juros para atrair capitais. Juros mais altos tendem a aumentar a demanda pela moeda local, fortalecendo o CAD.

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Dados macroeconômicos, como PIB, PMI de manufatura e serviços, emprego e confiança do consumidor, afetam a direção do CAD. Uma economia saudável tende a atrair investimentos e pode levar o BoC a elevar juros, fortalecendo a moeda. Dados fracos costumam derrubar o CAD.

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