China: Fraqueza interna exige apoio fiscal medido, aponta Commerzbank

O Produto Interno Bruto (PIB) da China cresceu 4,3% em relação ao ano anterior no segundo trimestre de 2026, ficando aquém da meta governamental de 4,5–5%. A fraqueza no setor imobiliário e uma política fiscal cautelosa pesaram sobre a demanda. No entanto, as exportações líquidas contribuíram significativamente para o crescimento, e uma expansão fiscal modesta é esperada para trazer o crescimento oficial de volta à faixa-alvo.

De acordo com estatísticas oficiais, a economia chinesa cresceu 4,3% ano a ano no segundo trimestre. Embora essa taxa de crescimento tenha sido inferior à meta do governo de 4,5–5%, o desempenho econômico foi prejudicado pelo conflito EUA-Irã, especialmente em abril e maio.

Além disso, o governo chinês tem sido lento em expandir seus gastos fiscais, o que se reflete nos números de investimento em ativos fixos (FAI).

No lado mais positivo, os dados mensais de vendas no varejo, produção industrial e investimento em ativos fixos em junho apontaram para uma leve recuperação.

Isso pode ter sido o motivo pelo qual o Politburo, em sua reunião de julho, não viu necessidade urgente de mudar o curso da política econômica.

Isso ajudará marginalmente e deve ser suficiente para trazer os números oficiais de crescimento de volta à faixa-alvo do governo.