O S&P 500 registrou quedas, atingindo mínimas mensais, impulsionadas por temores de estagflação. A Deutsche Bank destaca a rotação de capitais para setores defensivos e a pressão nos índices europeus, com a volatilidade em alta.
Com a perspectiva de uma resolução de curto prazo se dissipando, os investidores se preocuparam novamente com cenários estagflacionários, levando a vendas em títulos e ações em ambos os lados do Atlântico.
De fato, o S&P 500 (-1,62%) caiu para uma mínima mensal, com ações tecnológicas, incluindo o NASDAQ (-1,98%) e o Magnificent 7 (-2,23%), liderando a queda.
A venda foi uma rotação clássica de crescimento e cíclicos para defensivos, com telecomunicações (+2,25%), alimentos e bebidas (+1,98%) e varejo de consumo básico (+1,86%) sendo os melhores grupos de setores do S&P 500, enquanto automóveis (-3,92%), bens de capital (-3,88%) e semicondutores (-3,76%) foram os maiores perdedores.
Na Europa, a história foi semelhante, com o STOXX 600 (-0,08%) em queda pela quarta sessão consecutiva, atingindo uma mínima de três semanas.

