Dólar americano: risco de alta persiste diante do choque energético – BBH

Observando o cene1rio, analistas apontam que comente1rios poledticos recentes amenizaram o humor de risco momentaneamente, mas um novo surto de averse3o ao risco elevou o df3lar, o petrf3leo e os rendimentos de tedtulos, pressionando as bolsas. Sem dados relevantes no radar, o foco fica nos participantes do Fed. Pequenos diferenciais de juros continuam a manter o DXY entre 96,00 e 100,00, ainda que o choque energe9tico aumente a sensibilidade do df3lar.

Diferene7as de juros manteam o df3lar na faixa

A sesse3o comee7ou com uma calma passageira apf3s declarae7f5es de ledders internacionais, mas rapidamente houve retorno da averse3o ao risco. O petrf3leo retomou a alta, as ae7f5es enfrentam novo vie9s de baixa e os rendimentos se firmam prf3ximo de me1ximos, deixando o df3lar mais firme.

Como consequeancia, as expectativa de poledtica monete1ria ajustaram-se para cima. As chances de cortes de juros nos EUA nos prf3ximos doze meses recuaram, enquanto em ve1rias economias avane7adas surgem novas expectativas de aperto monete1rio.

Conclui-se que os diferenciais entre EUA e economias-chave continuam a sustentar o DXY dentro da faixa de 96,00 a 100,00. Contudo, ate9 o momento em que o temor relacionado ao choque energe9tico atinja o auge, o risco de alta do df3lar tende a permanecer, impulsionado pela demanda por funding em peredodos de tense3o financeira.