O dólar americano recebe suporte de dados econômicos recentes que sugerem resiliência da atividade e um aperto gradual na política monetária. Dados como crescimento do PIB, solicitações de emprego estáveis e inflação sob controle ajudam a sustentar a valorização do USD frente a outras moedas.
Paralelamente, o petróleo em patamar mais alto adiciona um componente de suporte aos preços de ativos ligados a commodities, o que pode favorecer a demanda por dólar em mercados que buscam proteção e liquidez.
Analistas da Danske Bank ressaltam que, se a leitura de inflação e produção nos EUA permanecer consistente, o dólar pode manter sua trajetória reforçada mesmo com volatilidade global. O fator petróleo atua como turbo, mas também impõe cautela, já que choques de oferta podem alterar cenários de renda e demanda global.
Com isso, a combinação entre dados econômicos sólidos e um ambiente de óleo mais elevado tende a manter o USD firme no curto prazo, com eventual mudança de ritmo conforme novas informações sobre inflação, salários e ritmo de consumo energético sejam divulgadas.
