O ouro subiu pouco mais de 2% nesta semana, mas o quadro técnico permanece inalterado. Na sessão de ontem, o preço atingiu aproximadamente US$ 4.173, antes de recuar para cerca de US$ 4.157 ao longo do dia. No gráfico diário, fica claro que a ação de preços continua dentro da formação de bandeira observada desde meados de novembro.
Como já foi apontado no início desta semana:
Há uma formação de bandeira para o ouro neste mês, e a atuação de preços continua presa aos limites desse padrão. Assim, esse sinal técnico deve atuar como um fator-chave de momentum para determinar o próximo grande movimento do ouro.
Um rompimento acima de US$ 4.200 abriria as comportas para que o ouro mire novamente as máximas do ano. Esse impulso ganharia credibilidade especialmente pelos bons meses sazonais de dezembro e janeiro para o metal precioso.
Por outro lado, uma quebra de baixa poderia levar a revisitar rapidamente o patamar de US$ 4.000, antes de retomar as mínimas de outubro no final por volta de US$ 3.900. Esse será um nível de suporte crucial a observar, pois uma quebra nesse ponto abriria o caminho de volta para a possível testagem da média móvel de 100 dias (linha vermelha), hoje pouco acima de US$ 3.700.
Apesar disso, os fundamentos continuam relevantes para a direção do preço do ouro, mas o posicionamento técnico sugere que os gráficos serão os determinantes para o próximo movimento.
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