Os contratos futuros de petróleo bruto fecharam em US$ 58,65 o barril, com alta de US$ 0,70 (+1,21%) na sessão. A variação oscilou entre US$ 57,66 e US$ 58,69, mantendo o mercado volátil, mas com viés construtivo ao longo do dia.
No gráfico de uma hora, a recuperação empurrou o preço de volta acima da média móvel de 100 horas, em US$ 58,24, sinal positivo de curto prazo que ajudou a conter a fraqueza. No entanto, o mercado ainda opera abaixo da média de 200 horas, em US$ 59,01, sugerindo que os compradores ainda não retomaram o controle total.
A máxima de ontem tocou pela parte inferior de uma linha de tendência rompida, um revés que reforçou o interesse dos vendedores e ajudou na queda de hoje. A mesma linha de tendência fica hoje por perto de US$ 59,30, representando um alvo importante de alta para os touros.
Se o petróleo conseguir voltar a ficar acima de ambas as médias móveis (200 horas) e da linha de tendência rompida, o viés de alta se fortaleceria consideravelmente. Enquanto isso, o mercado permanece preso entre sinais iniciais de compra e resistência que limitam o avanço.
A contagem de plataformas da Baker Hughes indicou uma queda de 12 sondas de petróleo.